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Após morte de 'patriota', Janaina cobra desculpas a Zambelli e trocam farpas

A ex-deputada sugeriu que Zambelli e outros líderes pedissem desculpas às famílias dos bolsonaristas presos devido aos atos golpistas do 8/1

Carla Zambelli e Janaina Paschoal | Reprodução/O Globo
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A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) e a ex-deputada estadual e advogada Janaina Paschoal se envolveram em uma troca de críticas nas redes sociais ao discutir a morte de Cleriston Pereira da Cunha. O detento, preso pelo 8 de janeiro, faleceu no Complexo Penitenciário da Papuda na última segunda-feira (20) após sofrer um "mal súbito" durante o banho de sol. O incidente gerou alarde entre bolsonaristas nas redes sociais, levando Zambelli e Janaina a divergirem publicamente.

Carla Zambelli utilizou o antigo Twitter para informar que havia um pedido de soltura para Cleriston em setembro, sem apreciação. "Enviamos ao STF pedido de análise de todas as manifestações da PGR neste sentido", divulgou a parlamentar. Janaina Paschoal respondeu à publicação, concordando que o "questionamento jurídico" era válido, mas sugeriu que seria "razoável" que Zambelli e outros líderes pedissem desculpas às famílias dos presos, alegando que ela e outros bolsonaristas "passaram anos iludindo essas pessoas".

A deputada paulista não reagiu bem ao comentário e questionou: "Você enlouqueceu mais ainda?". Zambelli ainda acusou a advogada de agir com "hipocrisia". As duas também discutiram sobre o 8 de janeiro, com Zambelli afirmando que não sabia dos atos, pois estava com as redes sociais bloqueadas durante o período dos ataques golpistas.

Um relatório da Defensoria Pública do Distrito Federal indicou que Cleriston Pereira da Cunha esperou aproximadamente 40 minutos por atendimento médico após passar mal durante o banho de sol. Segundo os agentes, a equipe de saúde chegou quando o detento já estava morto, e a área de saúde da unidade estava fechada devido ao ponto facultativo em função do feriado da Consciência Negra.

Essa versão difere da apresentada pelos policiais penais responsáveis pelo CDP II, onde Cleriston estava detido. Eles afirmam que o atendimento ao réu no dia de sua morte foi "célere", com o "chamamento imediato" de equipes do Samu e do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, além da atuação de médicos no local.

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