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betano - Que lindo! Que lindo! A trajetória de Paulinho Pimpim

Ex-jogador passou por diversos clubes do Brasil e hoje trabalha como jornalista esportivo na Rede betano

Paulo Roberto Meirelles da Silva, o popular Paulinho Pimpim, é ex-jogador de futebol e trabalha como jornalista esportivo na tela da Rede betano desde 2001. Sendo considerado um dos mais populares jornalistas esportivos do Piauí, o homem é carioca, pai de três filhos e três netos.

Sempre gostou de futebol e criou seus bordões com o pé que tem na terrinha, Portugal. “Que lindo, que lindo!”. Esse é o personagem autêntico por trás do comunicador, que atua em rádios e televisões do Grupo betano de Comunicação.


Coronavírus deixou as pessoas com mais fé

Começou a carreira no futebol carioca, até passar por times baianos até, enfim, aterrissar no território piauiense. Por aqui jogar nos principais clubes e é uma autoridade quando se fala em bola na rede.

Para ele, o esporte fica para depois, o importante é cuidar da higiene e super o novo coronavírus. Ele acredita que o vírus deixou as pessoas com mais fé e que hoje a humanidade percebeu que todos são iguais, pois o vírus atinge todas as camadas sociais.



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“"No dia que o homem deixar de sonhar é melhor morrer. Então continuamos sonhando de ter uma vida melhor com filhos e netos""
Paulinho Pimpim

JMN: Seus bordões são sua marca. Como é vê-los na boca do povo?

PP: Os meus bordões vêm da minha família portuguesa. “Buxixo”, “vamos apurar!”, “batatinha doce”, “que lindo!”... São desde criança. Sempre procura ser eu mesmo. “Está na gavetinha!”. “No cantinho onde a perereca pula!”. O povo gosta muito de mim. Sou um dos mais populares. É o que o pessoal fala, né? É pelo meu jeito. Sou um cara humilde e religioso. Estou muito feliz na Rede betano, é uma família. Um grande time de futebol. É uma grande empresa.


JMN: Quais seus planos para quando acabar a pandemia?

PP: No dia que o homem deixar de sonhar é melhor morrer. Então continuamos sonhando de ter uma vida melhor com filhos e  netos. Sonho em dar o melhor para eles. A gente continua sonhando.


JMN: Como melhorar o esporte piauiense?

PP: O esporte do Piauí não deve nada a ninguém do Brasil. Só falta o dirigente ser mais profissional. Temos um grande presidente, Robert Brown, que faz um grande trabalho. Os meninos são bons de bola. Falta incentivo para escolinhas, que nos anos 90 existiam, as de esporte coletivo. Falta isso.


JMN: Como vai ficar o esporte após o Covid-19?

PP: Nós estamos vivendo um momento de experiência. O Covid-19 não tem casa para entrar. Entra na do rico e na do pobre. Serviu para que as pessoas ficassem mais religiosas. Isso fez com que as pessoas respeitassem mais umas às outras. Sem Deus não conseguimos nada, então veio mais fé, humildade e família. Temos rezar para que o Covid-19 vá embora, o esporte fica para depois. É preciso ter cautela com a questão da higiene.


JMN: Onde as pessoas te acompanham?

PP: Agora participo do Diálogo Franco, com Silas Freire, fazendo o Pimpim Esportivo, além do Pimpim Esportivo no Ronda Nacional, também com Silas e Zé Pinguelo. Na 99.9 FM faço o Rasga-Rasga, com Ronaldo de Sá e Ayrton Oliveira.  


JMN: Como você entrou para o jornalismo esportivo?

PP: Entrei no jornalismo esportivo na FM Mocambinho, em 1988, com o Pereira, Chico Costa e o falecido Moraes Filho. Jota Araújo, Miguel Mendes, Loyola, Sidney Santos… Eu vim para a betano trazido pelo Bogéa e o Prof José Gomes, para o programa Partido Alto. Depois fui para o esporte. Trabalhei em várias rádios do grupo. Estou aqui desde 2001.


JMN: De onde veio seu célebre apelido?

PP: Meu apelido Paulinho Pimpim é porque fui em um circo, na Bahia, aí o palhaço chamou eu e alguns garotos, então tinha que tocar umas garrafas. Ele pediu para tocar Cidade Maravilhosa, mas só consegui fazer “pim-pim”. O apelido pegou da infância até hoje. Outra curiosidade sobre mim é que Fundei a Associação de Garantia ao Atleta Profissional do Piauí (AGAP-PI).


JMN: Até quando você jogou?

PP: Fiquei na ativa até 1980, quando fraturei minha perna em 1977 jogando com o Flamengo do Piauí contra a Portuguesa Paulista. Fiz tratamento no Rio de Janeiro mas já não era o mesmo jogador, então decidi encerrar a carreira. 


JMN: Por quais clubes você passou?

PP: Joguei na Portuguesa Carioca, São Cristóvão, Ipiranga da Bahia, no Atlético de Alagoinha também da Bahia, no Bahia e depois do Vitória também da Bahia. Joguei aqui no River, no Piauí e no Flamengo do Piauí. 


Jornal betano: Você sempre gostou de futebol?

Paulinho Pimpim: Desde menino gosto de esporte. Comecei a jogar em escolinhas. 


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