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Policia faz operação contra compra de vagas em concurso do STJ

Servidores são suspeitos de terem pago dinheiro em troca de vagas

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A Polícia Civil do Distrito Federal cumpre 13 mandados de busca e apreensão na 4ª fase da Operação Panoptes, que investiga irregularidades e fraudes em concursos públicos da capital. Desta vez, a apuração foca em um certame do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Servidores são suspeitos de terem pago muito dinheiro em troca de vagas na Corte.

São escassas as informações sobre a ação. Ainda não foram divulgados quem são os alvos, o teor das supostas fraudes, o ano do certame em xeque e se a Corte é um dos locais a serem cumpridos os mandados de busca. Procurado, o STJ ainda não se posicionou sobre a operação, realizada pela Divisão de Repressão ao Crime Organizado (Draco) após receber apurações iniciais tocadas pela Polícia Federal.

Desde 1999, seis certames foram realizados pelo Tribunal, sempre organizados pela mesma banca, o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), o antigo Cespe, que foi alvo em outras fases de operações deflagradas pela PCDF. Nos concursos de 2008, 2012 e 2015, mais de 1,2 mil candidatos foram aprovados.

O último foi aberto em janeiro deste ano para provimento de vagas e formação de cadastro de reserva em cargos de níveis médio e superior para analista e técnico judiciário. Os salários variam de R$ 6.708,53 a R$ 11.006,82. O resultado final e homologação foram publicados em julho deste ano, com validade até 2020.



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